Ando a ler O Símbolo Perdido do Dan Brown e verdade seja dita: isto já me anda a fazer mal à cabeça. Porquê?
Então não é que não paro de sonhar com o homem das tatuagens (para quem não sabe e para não se sentir deslocado é o mauzão do livro e faz coisas que valha-me a nossa...bem não interessa, comprem o livro, leiam-no e depois digam de vossa justiça)? Já é a segunda vez que sonho com o sujeitinho (realmente tenho cá uma imaginação... Pena que só funcione (numa grande parte das vezes) à noite, mais precisamente quando estou a dormir), porém desta vez a coisa foi bem mais longe. Encontrava-me em frente ao armário da minha cozinha à procura das batatas fritas e de um saco plástico de carne descongelado quando recebo uma chamada. Atendo e era o homem das tatuagens a pedir-me (pedir deve ser a palavra simpática para a coisa, ai deve deve...) para levar sal grosso assim que ele me viesse buscar a casa. Eu como sou muito inteligente vi logo que a saca de batatas fritas num futuro próximo que é como quem diz passadas umas horinhas iria transformar-se na saca de carne e a saca de carne iria transformar-se na saca de batatas fritas (yah... isto tem cá uma lógica). Tocam à campainha e começo eu aos gritos não-sei-bem-para-quem: «Vamos fugir! Não quero morrer! Ele vai matar-nos a todos. Vamos fugir!»
Ninguém fez caso e lá tive de ir de arrastão até ao carro. Entrei. Andei uns 500m (bastante, portanto) até chegar ao prédio onde, por acaso, fica o consultório da minha dentista. Manda-me sair. Olho para o prédio. Era velho como tudo e as escadas eram feitas de madeira e faziam barulho ao caminhar. Cheguei ao primeiro piso. Encontro a minha prima mais velha com uma máscara feita com não-sei-o-quê de cavalo e diz-me: «Amélie esta tua viagem termina aqui!» ao que eu penso «Oh qui caralho...». Entro e lá está o homem das tatuagens e de repente... Estava eu ali, sozinha, desprotegida com aquele ser nojento e repugnante. Pensei «Aiiii... Ele está com a capa do velho que fez o Saw.»
«Amélie fizeste uma coisa muito, muito, muito grave da qual eu tenho a certeza absoluta de que não estás nada arrependida, mas que pela qual mereces ser castigada.» - Informa-me ao mesmo tempo que me enfia na cabeça uma coisa de metal (aquele coisa de metal que ele pôs à toxicodependente que teve de ir tirar uma chave que estava dentro do estômago (ou o raio) do homem que estava para lá estendido... que por acaso a imagem até deve ser esta)
«O que foi que eu fiz?» - pergunto-lhe.
«Amélie, então não é que andaste a dizer que as pessoas deviam todas ter dentes brancos?»
«Pois... Realmente não estou nada arrependida, não.» - pensei.
E pronto... Foi isto. Mais coisas? Huuummm... Para além de andar com enjoos, não se passa mais nada, não.
2 comentários:
LOOL!!! Que post ou sonho mais macabro! A partir de hoje metes-me medo... muito!
«O que foi que eu fiz?» - pergunto-lhe.
«Amélie, então não é que andaste a dizer que as pessoas deviam todas ter dentes brancos?» loool, a sério? Achas mesmo isso? É que não é assim tão fácil, eu lavo-os 3 vezes ao dia e não estão todos branquinhos; desafio-te a pôr uma foto dos teus dentes aqui!
Mas olha, não te queixes muito: em termos de sonho, eu ando a ter sonhos eróticos com as amigas da minha mãe; em termos de outros ando a ler um livro que me deram sobre invasão de extraterrestres em que nos cortam aos pedaços e sugam-nos a alma... Acho que prefiro o homem das tatoos! lol
Bju
Este sonho leva-me a crer que o meu subconsciente quer que eu faça algum branqueamento dentário ou uma espécie de, porque muito sinceramente, nem eu tenho dentes brancos, por isso quem sou eu para andar a espalhar aos sete ventos que gostava que todas as pessoas tivessem dentes brancos? Aliás nem quero porque senão ainda morria com tanta inveja XD
E tu Kai... Uuuuuuuiiiii esses sonhos com mulheres mais velhas uiui.
Beijinho
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